17 de set. de 2012

Conheça sete exercícios mentais que ajudam a preservar a memória

Mente ativa suporta mais sobrecargas de tarefas, gerando menos lapsos

Conheça sete exercícios mentais que ajudam a preservar a memória Ricardo Chaves/Agencia RBS

Jogos que estimulam o raciocínio são úteis para manter o cérebro ativo Foto: Ricardo Chaves / Agencia RBS
 
 
Ler, manter uma alimentação equilibrada, dormir bem, praticar exercícios físicos e realizar atividades mentais ajudam a preservar o bem-estar do cérebro. 
É importante estar sempre alerta para perceber os pequenos sinais que indicam que nossa capacidade mental anda se deteriorando, surgindo lapsos de memória, desatenção e baixa produtividade.
De acordo com o neurologista Leandro Teles, quanto mais você exercitar seu cérebro melhor será o seu desempenho para resolver questões lógicas e os problemas do dia a dia.
— Exercícios mentais melhoram a capacidade de atenção, memória, linguagem e raciocínio. Esse tipo de atividade ajuda a prevenir e combater o declínio cognitivo que ocorre invariavelmente com o envelhecimento e mesmo proteger contra doenças degenerativas, como o Alzheimer — explica o neurologista.
Com o passar dos anos, a velocidade de processamento da informação diminui, esse declínio é geralmente compensado com a experiência adquirida ao longo dos anos. Um cérebro sempre ativo é mais confiável e suporta mais sobrecargas eventuais de tarefas, gerando menos lapsos, brancos e erros de julgamento.
Buscar sempre atividades novas ou mesmo fazer as coisas corriqueiras de modo diferente. A mudança de hábitos como fazer caminhos diferentes quando for ao trabalho, estimular o paladar, vestir de olhos fechados, inverter a mão do mouse e para escovar os dentes são pequenas mudanças que se transformam em desafios e estimulam o cérebro a se exercitar, sair da zona de conforto, criar alternativas, desautomatizando o processo mental do cotidiano.
— Os hábitos novos e os hábitos antigos renovados provocam a criação de redes neurais mais sólidas e saudáveis, além de fortalecer redes neurais antigas. A atividade mental constante mantém o cérebro apto a gerar respostas mais rápidas e acertadas, principalmente nos momentos mais difíceis — destaca Teles.

Conheça sete exercícios para ajudar a manter o cérebro em forma:

1. Faça a cabeça funcionar

Ao entrar numa sala onde esteja muita gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os. Tente adivinhar quem está ao telefone antes de perguntar quem é, apenas pelo timbre da voz. Antes de dormir, escolha a situação mais importante do dia e reconstrua mentalmente em detalhes, logo ao acordar remonte seu sonho. Ao ouvir uma palavra diferente, pense em outras cinco começando com a mesma letra, escreva uma lista de supermercado e faça toda a compra sem olhar pra ela (conferindo apenas no final). Enfim, dê trabalho para seu cérebro, use a criatividade, tudo é válido para exercitar os neurônios. 

2. Durma bem

A falta de sono prejudica muito a memória, é mais difícil para as pessoas que convivem com esse problema memorizar dados, números e pessoas. O sono é fundamental para fixação das atividades do dia anterior e prepara o cérebro para as atividades mentais do dia seguinte. Não deixe também de tirar aquela "soneca" depois do almoço, não mais que 30 ou 40 minutos, para o cérebro ter um bom rendimento no período da tarde.

3. Monte quebra-cabeças

Jogos infantis como da memória e quebra-cabeças exigem que o cérebro trabalhe a concentração. Compre um desses jogos e cronometre o tempo que você levou para encaixar as peças ou descobri-las. E depois, repita novamente e veja o quanto você progrediu. Outros jogos que ajudam também são xadrez, palavras cruzadas, sudoku, dominó, jogos de perguntas e respostas e mesmo jogos de cartas.

4. Beba com moderação

O álcool é um dos inimigos mais agressivos do cérebro. O excesso de álcool leva à lesão direta dos neurônios, causando incoordenação motora e comprometimento intelectual. Além da lesão direta, ocorre lesão indireta com carência de vitamina B1 (tiamina) e vitamina B12 (cobalamina).

5. Mexa o corpo todo

O exercício físico regular melhora nosso cérebro por diversos motivos. Melhora o sono, melhora sintomas de ansiedade e depressão, promove a liberação de substâncias como endorfinas, serotonina e dopamina, melhorando a atenção, a concentração, a memória e o raciocínio. A atividade física reduz o peso, controla o diabetes e a hipertensão e reduz os níveis de colesterol, agredindo menos o cérebro por doenças dentro dos vasos.

6. Coma direito

Mantenha uma alimentação equilibrada, controle o seu peso, faça avaliação médica periódica e evite o tabagismo e outras drogas. A melhor recomendação para manter uma boa memória é cuidar bem da sua saúde. 

7. Leia

Não tenha preguiça de ler. A leitura é uma das atividades cerebrais mais completas, pois estimula todo o processo da memória. Vivencie a leitura, remonte a história, visualize os personagens e as cenas. Leia livros, revistas, jornais, e-mails, cartas antigas. Leia. 



 

Simpósio fala sobre distrofia muscular de Duchenne




A psicóloga Carla Hoffman de Lima explica no video sobre a DMD.


O I Simpósio Mais Forte que a DMD começa nesta quinta-feira (13/9) e continua até sábado (15/9) no auditório Leandro Filier Neto, em Santa Gertrudes.

Na quinta-feira a programação acontece das 8 às 18 horas, na sexta-feira das 8 às 17h30, no sábado das 8 às 13 horas. No último dia acontece também atividade extra na Academia Água Viva, com orientação sobre mergulho adaptado.

O simpósio conta com palestras de médicos de diversas especialidades, que trabalham com a doença.

As inscrições para o simpósio ainda podem ser feitas, mais informações em: www.maisfortequeadmd.com.br.

A distrofia muscular de Duchenne é a forma mais frequente de distrofia muscular. 
Ocorre em meninos e os primeiros sinais de fraqueza muscular surgem assim que começam a caminhar, ao redor dos 3 aos 5 anos de idade. 
Inicialmente percebem-se quedas frequentes, dificuldades para subir escadas, levantar-se do chão e correr, principalmente quando comparadas a crianças da mesma faixa etária. 
A DMD caracteriza-se pela degeneração progressiva e irreversível da musculatura esquelética.

11 de set. de 2012

Uma Linda História de Superação

A comovente história do casal formado por Maria Clara e Renato. 
Ele sofre de Esclerose Múltipla, uma doença sem cura, e precisa de cuidado constante da esposa, que também enfrenta problemas de saúde, mas não se deixa abater e dá uma lição de amor e superação.
Vale a pena ver esse vídeo.




Fonte: http://noticias.r7.com/videos/amor-e-superacao-doenca-incuravel-une-casal-ainda-mais-em-esteio-rs-/idmedia/504f3d626b719445c1497b73.html

30 de ago. de 2012

Neurologista tira dúvidas sobre a esclerose múltipla

No Dia Nacional da Conscientização sobre Esclerose Múltipla, a neurologista Enedina Maria Lobato de Oliveira fala sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento como formas de obter qualidade de vida.
A Esclerose Múltipla é uma doença ainda não totalmente compreendida pela medicina. 
Não existem causas claras (embora se saiba que alguns fatores, como o tabagismo, possam ajudar a desencadear a doença), não há uma maneira de se prevenir com segurança e o modo como ela se manifesta pode variar muito de paciente para paciente. Há desde casos de crianças que desenvolvem a doença até pessoas que vão demonstrar os primeiros sintomas somente na terceira idade. 
O mais comum é que apareça entre os 20 e 40 anos. A doença se caracteriza por danificar uma estrutura chamada mielina, uma espécie de capa de gordura que protege fibras nervosas no cérebro, na medula espinhal e no nervo óptico.
 Sem a mielina, a comunicação entre as fibras é prejudicada, causando diversos sintomas, que vão de alterações de humor a problemas de visão. 
A neurologista Enedina Maria Lobato de Oliveira explica, nos vídeos abaixo, como, seguindo os tratamentos disponíveis, é possível conviver com a doença e ter qualidade de vida. 

























Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/neurologista-tira-duvidas-sobre-a-esclerose-multipla

Alessandra Ambrósio e ABEM


Alessandra Ambrósio publicou, na tarde desta quinta-feira (30), em suas páginas no Twitter e no Facebook um vídeo da Associação Brasileira de Esclerose Múltipa (Abem), aproveitando o Dia Nacional de Conscientização sobre a doença, comemorado hoje (30/08). 
A top é madrinha da instituição com sede em São Paulo. 
Alessandra – que representou o Brasil no encerramento das Olimpíadas de Londres – é madrinha da entidade desde fevereiro deste ano. 
Ela aceitou o título de embaixadora porque seu pai, Luiz Ambrósio, sofre da doença há quase 20 anos. 
“Desde 2007, apoio uma instituição semelhante nos Estados Unidos. 
Estava na hora de fazer algo no meu país também”, disse a bela na época. 
Alessandra também ajudou a criar a camiseta da organização, com parte do lucro das vendas revertida para ajudar a causa. 
“As prioridades da Abem são conseguir uma sede própria e aumentar o número de atendimentos mensais, que hoje somam 1.500. 
Vou ajudar a atingir esses objetivos”, afirma a engajada Ambrósio.

18 de ago. de 2012

Estudo sugere novas abordagens para tratar a esclerose múltipla

Segundo pesquisa alemã, a transfusão de determinadas células do sistema de defesa pode ser opção de terapia para essa e outras doenças autoimunes

Doenças degenerativas: com a morte dos neurônios, o cérebro entra em um processo que dá origem a doenças como Alzheimer e Parkinson 

 Esclerose múltipla: doença autoimune atinge o sistema nervoso e pode provocar perda do controle muscular, dificuldades com a visão e equilíbrio, e até paralisia (Creatas Images/Thinkstock)

Uma descoberta feita por pesquisadores da Universidade Johannes Gutenberg, na Alemanha, pode ajudar a compreender os mecanismos pelos quais a esclerose múltipla, uma doença autoimune cuja causa é desconhecida e para a qual não há cura, atinge uma pessoa. Segundo os especialistas, as células dendríticas, que pertencem ao sistema imunológico e que antes foram apontadas como uma das causadoras da condição, além de não desencadear o problema, podem ainda proteger um indivíduo contra a esclerose. Essas conclusões foram relatadas em um artigo publicado nesta semana no periódico Immunity.

Os pesquisadores explicam que a Esclerose Múltipla é desencadeada quando os linfócitos T , glóbulos brancos do sistema imunológico, são ativados. Sabe-se que quem ativa esses linfócitos são determinadas células apresentadoras de antígenos (APC), que são reconhecidas pelos próprios linfócitos T. As células dendríticas são APC, mas não era totalmente certo se elas eram do tipo que provoca a doença, como apontou outros estudos.
De acordo com essa nova pesquisa, o que ocorre é o contrário. Em testes feitos com camundongos suscetíveis à esclerose múltipla, os cientistas retiraram as células dendríticas dos animais. Eles observaram que, mesmo assim, eles continuaram predispostos à doença e ainda apresentaram piores respostas autoimunes e uma maior incidência de outras doenças. “Nossas descobertas sugerem que as células dendríticas mantêm a imunidade sob controle. Portanto, transferir essas células a pacientes não só com esclerose múltipla, mas também com outras doenças autoimunes, pode ser uma nova forma eficaz de tratá-los”, diz Ari Waisman, coordenador do estudo.

 CONHEÇA A PESQUISA

Título original:
Dendritic Cells Ameliorate Autoimmunity in the CNS by Controlling the Homeostasis of PD-1 Receptor+ Regulatory T Cells

Onde foi divulgada:
 periódico Immunity

Quem fez:
Nir Yogev, Friederike Frommer, Dominika Lukas, Ari WaismanSee e outros

Instituição:
Universidade Johannes Gutenberg, Alemanha

Resultado:
As células dendríticas, do sistema imunológicos, não ajudam a desencadear a esclerose múltipla e podem contribuir para uma melhora da resposta autoimune. Portanto, é possível que a transfusão dessas células em pacientes com a doença possa ajudar no tratamento dessas pessoas.

 Opinião do especialista

Luiz Domingos Melges
Neurologista e membro da Academia Brasileira de Neurologia

"A Esclerose Múltipla ocorre quando os linfócitos T, células do nosso sistema de defesa, ficam 'contaminados' e, em vez de proteger o nosso organismo, invadem o sistema nervoso central, passam a agredi-lo e provocam diversos sintomas relacionados ao mau funcionamento dos neurônios.
Essa doença é muito complexa e ninguém sabe ao certo o motivo pelo qual os linfócitos são 'contaminados'. Por isso, há um campo muito grande de pesquisas nessa área, e muito dinheiro é investido nos estudos em torno da esclerose. Esse novo estudo, assim como os outros, é muito importante para a melhor compreensão da doença e para que novos tratamentos sejam desenvolvidos. Porém, é importante lembrar que a pesquisa foi feita com animais, e que nem sempre os resultados se reproduzem em seres humanos.
Hoje não há cura para a esclerose múltipla, mas os tratamentos com remédios avançaram muito e melhoraram de forma significativa a qualidade de vida dos pacientes. Os medicamentos são capazes de interromper o progresso da doença, embora não a eliminem completamente. Até 2013, ao menos seis novas drogas serão disponibilizadas ao redor do mundo para o tratamento da condição." 

 

19 de jul. de 2012

Uso combinado de células-tronco e fator de crescimento reduz sintomas da doença em camundongos

O emprego de injeções periódicas de um tipo de célula-tronco humana adulta combinadas com doses diárias de um fator de crescimento pode ser uma alternativa promissora para o tratamento de distrofias musculares progressivas. Pesquisadores do Centro de Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (USP) obtiveram resultados animadores com essa abordagem em testes com células musculares de pacientes com distrofia de Duchenne e em camundongos com uma forma congênita de distrofia muscular. A terapia em dose dupla usou células-tronco mesenquimais (CTMs) obtidas do cordão umbilical de recém-nascidos conjuntamente com doses do fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1). Nos tecidos humanos, o esquema terapêutico aumentou a expressão (ativação) da distrofina, proteína essencial para a manutenção da integridade dos músculos. Nos roedores, o protocolo de tratamento testado diminuiu a inflamação e a fibrose dos músculos, levando a uma melhora da condição clínica dos animais. Os resultados do trabalho foram publicados em 4 de junho na versão on-line da revista científica Stem Cell Reviews and Reports.

A dobradinha células-tronco mais IGF-1 não gerou novos músculos sadios, como, em princípio, era esperado. Mas parece ter criado condições mais favoráveis para a preservação da funcionalidade da musculatura já existente. Dessa forma, a abordagem poderia ser uma alternativa para evitar ou minorar a degeneração causada por distrofias em geral. A terapia conjugada também apresenta uma vantagem extra. “As células-tronco mesenquimais têm propriedades imunossupressoras”, explica Mayana Zatz, coordenadora da equipe que fez o estudo e do centro da USP, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) financiados pela FAPESP. “Com elas, reduzimos o risco de haver rejeição do material injetado.” O sistema imunológico dos camundongos do experimento, por exemplo, não precisou ser “desligado” antes de os animais receberem as injeções de células-tronco humanas.
Normalmente, quando o doador e o receptor de tecidos ou células não são o mesmo indivíduo, é preciso destruir temporariamente as defesas imunológicas do organismo alvo do implante, procedimento sempre arriscado que deixa o paciente vulnerável a agressões externas. No entanto, se isso não for feito, o material cedido pelo doador será interpretado pelas defesas do receptor como um agente potencialmente perigoso e o implante será fatalmente rejeitado. Com o emprego de células mesenquimais, a questão da rejeição pode ser aparentemente contornada sem a necessidade de anular o sistema imunológico do doente – mesmo em casos extremos, como no experimento feito na USP, em que o receptor (camundongo) e o doador (ser humano) são de espécies distintas.
Há indícios de que ambos os componentes da candidata a terapia conjugada contra distrofia podem ser benéficos para os músculos. As células-tronco mesenquimais são bastante indiferenciadas e têm a capacidade de gerar muitos tipos de tecidos, como ossos, cartilagem, gordura, células de suporte para a formação do sangue e também tecido fibroso conectivo. Suspeita-se também que elas podem desempenhar algum papel no processo de regeneração muscular. Entre outras funções, o IGF-1 está envolvido nos processos de desenvolvimento e crescimento muscular. Avaliar, portanto, os possíveis efeitos de um esquema terapêutico com os dois ingredientes fazia todo o sentido.
Nos testes in vivo, os pesquisadores avaliaram por cerca de 60 dias diferentes protocolos de tratamento em 46 camundongos que apresentavam um quadro clínico tido como modelo das distrofias musculares congênitas. Devido a uma mutação no gene da laminina alfa 2, os animais tinham uma deficiência na produção da proteína merosina, disfunção que provoca fraqueza muscular e reduz a expectativa de vida. “Eles arrastam a pata traseira e têm considerável redução na força muscular”, afirma a bióloga Mariane Secco, principal responsável pelos experimentos em tecidos humanos e nos animais.
Os roedores foram divididos em quatro grupos: o primeiro não foi tratado e funcionou como controle; o segundo recebeu apenas injeções de células-tronco; o terceiro, somente doses do fator de crescimento; e o quarto foi alvo da terapia combinada. As células-tronco foram injetadas uma vez por semana nos roedores. Uma bombinha implantada sob a pele fornecia diariamente uma dose de dois miligramas de IGF-1 por quilo corpóreo dos animais. No final do estudo, foi feita a biópsia dos tecidos musculares e constatada uma melhora significativa entre os animais que receberam a terapia conjugada.
Diante dos resultados positivos, Mayana, Mariane e seus colaboradores sus-peitaram, inicialmente, que o IGF-1 tinha estimulado as CTMs a virar células musculares. Mas essa transformação não foi detectada em nenhum dos quatro grupos de camundongos. A melhora consta-tada foi ocasionada pela diminuição da inflamação e do nível de fibrose muscular, que, por sua vez,  podem ter levado a um aumento na forca da musculatura esquelética dos animais doentes. Aparentemente, o fator de crescimento potencializa os efeitos das células-tronco e vice-versa. “Acreditamos que não é necessário ocorrer a diferenciação das células-tronco injetadas em células musculares para que haja um benefício clínico”, diz Mayana. O tratamento combinado será testado em cachorros com distrofia para ver se os resultados positivos também se manifestam nesses animais.




Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/07/16/tratamento-em-dobro/
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