8 de dez. de 2009

Hospital público de Israel receita maconha para pacientes

Doentes cadastrados no programa podem fumar dentro do próprio hospital.






Citado há 6 mil anos nos mais antigos livros da medicina chinesa, o uso terapêutico da maconha ganha espaço no século 21. Em Israel, pacientes cadastrados para tratamento à base de maconha já podem usar o fumódromo de um hospital público.


Ran Gottlieb sofre de dores na coluna há mais de 30 anos. Um acidente há alguns meses agravou o sofrimento. A cada consulta, ele recebe do médico uma dose de maconha. Ran diz que estava ficando dependente de analgésicos à base de morfina e que eles não aliviavam mais o sofrimento. E que agora, com um ou dois cigarros por dia, consegue acordar sem dor.

Nesta semana, pela primeira vez, o governo israelense autorizou um hospital público a realizar o tratamento e a receitar maconha para os doentes. E mais: os pacientes podem fazer uso da medicação, quer dizer, fumar a maconha, dentro do hospital.

O Dr. Itay Goor Aryeh diz que a autorização para usar a maconha dentro do hospital foi o passo natural no processo que já autorizava o uso médico da erva em ambulatórios e na casa dos pacientes.

Em Israel, o uso recreativo da maconha é proibido. Mas, para fins médicos, a droga foi liberada no começo da década. E, a partir de 2004, uma organização não-governamental chamada Tikun Olam, "consertando o mundo", foi autorizada a iniciar o plantio da erva.

Uma das estufas mantidas pela organização, e autorizada pelo governo israelense, fica em algum ponto no norte do país. Por medida de segurança, não se pode dizer a localização exata, mas ali estão 10 mil vasos de maconha que serão usados para fins medicinais.

O cultivo é cuidadoso: a área reservada às plantas mais novas é uma espécie de maternidade, com luz artificial 24 horas.

O psiquiatra Yehuda Baruch é o responsável pelo programa que receita maconha medicinal em Israel. Ele diz que os principais pacientes são os que sofrem de dor crônica. E os que têm câncer.

Segundo o médico, durante a quimioterapia, a maconha reduz as náuseas, aumenta o apetite e, com isso, ajuda a controlar a perda de peso.

Segundo o Dr. Baruch, a dose média por paciente é de 60g por mês, o que seria equivalente a mais ou menos 60 cigarros. É a prescrição para Jacob Koslovikz, que viveu quase 30 anos no Brasil e voltou para Israel. Em 2007, depois de se submeter a uma cirurgia para a retirada de tumores no intestino grosso, ele entrou para o programa.

Pelo menos uma vez por semana, Jacob e mais 700 pessoas pegam a sua porção medicinal da maconha, que pode ser entregue de duas maneiras. Uma delas é em um saquinho plástico, com o que eles chamam de flores secas. E a outra maneira é moída. Neste caso, os voluntários já pegam e enrolam alguns cigarros que mais tarde serão distribuídos aos pacientes.

Ao chegar, cada paciente mostra a identidade e o papel que autoriza a retirada da maconha. O nome é rigorosamente checado na lista.

O ex-militar Shmuel perdeu parte da perna esquerda, atingida por um míssil em Gaza. Ele conta que no princípio resistiu ao programa, porque sempre viu a maconha como uma droga prejudicial ao usuário. Mas que, hoje, consegue suportar a dor fantasma - a sensação dolorosa na perna que já não tem. Shmuel voltou a estudar, frequenta academia e tem uma vida normal.

Mas os médicos esclarecem: o tratamento não funciona para todos os pacientes. Muitos sentem tonteira e confusão mental, e é contraindicado a jovens com menos de 20 anos, que podem desenvolver esquizofrenia quando mais velhos.

Pelo menos 400 substâncias da maconha ainda estão sendo estudadas. Mesmo assim, alguns países começam a testar a receita já seguida, principalmente, em Israel, Holanda, Canadá e Estados Unidos.

Em novembro, na cidade americana de Portland, um café passou a permitir o consumo a pacientes com certificado médico. É a primeira opção nos Estados Unidos que estes pacientes têm para usar a maconha fora de suas casas.

Fonte:  http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1405323-15605,00-HOSPITAL+PUBLICO+DE+ISRAEL+RECEITA+MACONHA+PARA+PACIENTES.html









Assembleia aprova em primeira votação projeto que prioriza idosos, doentes e deficientes

07/12/2009 - 16h48

Da Assessoria

Foi aprovado em primeira votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso o Projeto de Lei nº 386/09 que objetiva dar prioridade a idosos, deficientes e portadores de doenças graves, na tramitação de procedimentos administrativos, como a nomeação, licença prêmio, aposentadoria, entre outros. A proposta é de autoria do deputado estadual Alexandre Cesar (PT) e necessita de aprovação em segundo turno e sanção governamental para vigorar.

O PL nº 386/09 visa acrescentar o artigo 89-A na Lei nº 7.692, de 1º de julho de 2002 a fim de estender a prioridade na tramitação de procedimentos administrativos às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, portadores de deficiência física ou mental e portadores de doenças como: tuberculose ativa, Esclerose Múltipla, câncer, hanseníase, AIDS, entre outras. A contaminação por radiação também se inclui.

Pelo projeto, o interessado na obtenção da prioridade terá que juntar a prova de sua condição e requerer o trâmite prioritário à autoridade administrativa competente, que providenciará as medidas. Deferida a prioridade, os processos receberão identificação para evidenciar o regime de tramitação.

“Esse projeto atende a inúmeros pedidos. É oportuno conceder a pessoas que se encontram em condições especiais o direito à tramitação processual prioritária, assegurando-lhes o tempo hábil na resolução de seus pedidos. É razoável que o processo tramite de modo diferenciado para elas, seja pelo fato da idade avançada ou do delicado quadro de saúde em que se encontram. Muitas vezes o cidadão padece sem ver sua causa apreciada, onde na maioria das vezes, envolve assunto de natureza pecuniária”, defende Alexandre Cesar.



FONTE: http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=316413#

6 de dez. de 2009

Trabalho aprova aposentadoria para militar com esclerose múltipla

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (25) o Projeto de Lei 5396/09, do Executivo, que inclui a esclerose múltipla entre as doenças consideradas incapacitantes pelas Forças Armadas. A proposta altera o Estatuto dos Militares (Lei 6.880/80). O objetivo é assegurar o direito do militar portador da doença à reforma (aposentadoria), com direito ao soldo do posto hierárquico imediatamente superior.

A esclerose múltipla é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, ainda sem cura, que pode provocar perda da coordenação motora, visão dupla, fadiga e falta de sensibilidade nos membros.

O relator do parecer vencedor, deputado Mauro Nazif (PSB-RO), recomendou a aprovação do projeto. O parecer aprovado substituiu o elaborado pelo relator original, deputado Laerte Bessa (PSC-DF), que recomendava a aprovação da proposta com emenda para também incluir na medida os policiais militares e os bombeiros militares do Distrito Federal, por serem subordinados à União.Os deputados da comissão consideraram a emenda injusta, uma vez que apenas os militares do DF seriam beneficiados.

Agência Câmara

FONTE: 
http://www.tribunadobrasil.com.br/site/?p=noticias_ver&id=6057

19 de nov. de 2009

INIBIDORES DE APETITE - MÉDICOS ADVERTEM

"O PERIGO DO USO INADEQUADO"


Inibidores de apetite derivados de anfetaminas atuam no sistema nervoso central reduzindo a sensação de fome, mas provocam uma série de efeitos colaterais, além de causarem dependência. Existem alguns anorexígenos como a Sibutramina e o Orlistate, com composição e mecanismos diferentes, sem potencial de dependência.

"Os anorexígenos como Anfepramona e Femproporex são drogas psicotrópicas de venda legal e controlada. O problema não é a falta de prescrição, e sim a indicação para fins estéticos. O consumo é maior entre pessoas que não tem perfil para usá-las do que por aqueles que sofrem de obesidade, resume a psicofarmacóloga Solange Nappo, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)."


"É um negócio muito lucrativo. Mas excesso de peso não significa obesidade. A população é induzida por uma cultura de magreza, mas a mulher brasileira, não é anglo-saxã: nosso patrimônio genético é opulento por causa da herança portuguesa, africana e indígena. E como é mais dificil mudar a imagem corporal apenas com dieta, apela-se para as drogas. Medicamento não foi feito para uso estético, adverte o Dr. Elisaldo Carlini, diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid)

" O uso abusivo de anorexígenos ocorre por uma série de fatores. Por um lado, há pacientes que não querem ter trabalho para emagrecer e acham que a solução está em um remédio milagroso; por outro lado. existem médicos que não querem perder tempo e saem prescrevendo inibidores. A consulta para quem quer emagrecer é demorada: ouvimos a história do paciente para descobrir como é a sua rotina. É necessária uma mudança comportamental. O remédio apenas não resolve" explica o endocrinologista Dr. Henrique Lacerda Suplicy, professor da Universidade Federal do Paraná.
 
É longa a lista de efeitos colaterais provocados pelo uso indevido de anorexígenos: insônia, irritabilidade, agitação, dores de cabeça, taquicardia, elevação da pressão arterial, prisão de ventre, tremores, perda da libido, depressão, alucinações e surtos psicóticos, entre outros -Isso sem falar no efeito REBOTE - o corpo readquire os quilos perdidos e mais alguns extras - e no risco de ocorrer dependência física e psicológica.


"Fazer uso de inibidores sem necessidade é receita certa para engordar. O metabolismo fica bagunçado porque a pessoa não sente fome e quase não se alimenta. O corpo entra em sistema de alarme e fica econômico no gasto energético. Quando o remédio é suspenso, come-se exageradamente, pois o organismo tende a compensar a escassez" - explica a Dra. Fernanda Scagliusi, professora do Curso de Nutrição da Universidade Federal de São Paulo, campus Baixada Santista.

Embora a ANVISA proiba, desde 1998, a prescrição de fórmulas de anorexígenos com associações medicamentosas - ansiolíticos, diuréticos, hormônios ou extratos hormonais e laxantes, entre outros, as receitas com tais combinações continuam circulando.

" A ANVISA se compromete criando as leis, mas não há controle. O que ocorre é que são prescritas receitas separadas: uma destina-se às cápsulas com o anorexígeno e a outra às demais substâncias. Eu já vi de tudo - desde receitas enviadas pelos correios até prescrições com nomes de pessoas diferentes". - diz o Professor Suplicy.

Dicas de como emagrecer com saúde: "Procurar antes de tudo um Nutricionista - Este profissional identifica as causas da alimentação inadequada como, por exemplo, problemas emocionais. O risco de começar a fazer dietas com inibidores e perder a autoestima é grande: A pessoa não se sente mais capaz de tomar conta do próprio corpo e fazer as mudanças no estilo de vida. É como parar de fumar" - previne a professora Scagliusi.

Fonte informativa: Revista Seleções - Setembro/2009

5 de nov. de 2009

SAIBA MAIS SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA








A doença que ainda não tem cura atinge principalmente adultos jovens. Os sintomas podem ser reduzidos com um tratamento que envolve medicamentos, exercícios físicos e terapia corporal.






Fonte: http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=73455&channel=45

REPORTAGEM SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA







Programa Vida e Saúde - RBS TV - Sábado, 3/10/2009

Entrevista com o neurologista Dr. Alessandro Finkelsztjn,para o programa Vida e Saúde na RBS TV de Pôrto Alegre,sobre Esclerose Múltipla.

OBS: Dá para adiantar o video, ou aguardar 5 minutos que é a segunda reportagem.


Fonte: http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=79439&channel=45

3 de nov. de 2009

Neuromielite Óptica Síndrome de Devic: Esclerose Múltipla: Variante muitas vezes confundido com MS


© Elaine Moore
4 de junho de 2008
Eye Diagram, National Eye Institute

Neuromielite óptica (NMO) é uma doença desmielinizante auto-imune que provoca episódios de fraqueza muscular e perda da visão. NMO anticorpos são a chave para o diagnóstico.

Neuromielite óptica (NMO), que é também conhecida como síndrome de Devic, é uma desordem auto-imune, muitas vezes confundida com esclerose múltipla (MS). Na história caso followings adaptado da revista Medicina Laboratorial, uma condição de neuromielite óptica é diferenciada da esclerose múltipla.

O Paciente

O paciente é um 22-year-old mulher Africano-americanos cuja queixa principal durante esta visita foi a cegueira monocular (que afectam um olho). Anteriormente, a paciente havia sido internado três vezes, duas vezes dentro de um período de 18 meses (uma vez que logo após o parto), queixando-se da fraqueza do lado esquerdo. Nessas ocasiões anteriores, exames cerebrais e da coluna cervical MRI foram negativos ea fraqueza respondeu aos esteróides. Ela foi presume-se que a esclerose múltipla.

Em uma visita ao hospital, 3, o paciente não respondeu aos esteróides, mas respondeu a um curso de plasmaferese. Em plasmaferese, que reduz temporariamente os auto-anticorpos, o sangue é extraído do plasma e líquido removido. As células do sangue e plasma também remanescentes de doadores saudáveis é transfusão de volta para o paciente.

Processo Histórico

Em sua visita ER presentes, o paciente se queixou de ter perda de visão completo em seu olho direito por uma semana. Seus sinais vitais e reflexos eram normais embora a sua marcha foi ligeiramente afectada. Sua pupila direita era fixas e dilatadas e não respondem à luz. Durante sua internação, ela respondeu a um outro curso de plasmaferese. A ressonância magnética foi encomendado para testar a neurite ocular, uma condição que pode ocorrer na esclerose múltipla, ou miastenia gravis ocular.

Testes de Diagnóstico

Uma ressonância magnética da coluna cervical do paciente revelou hipersinal T2 da junção cervicomedullary a C7. Uma ressonância magnética de sua coluna torácica revelou hipersinal T2 de T2 a T7. O cérebro MRI e raio X de tórax foram negativos.

Fonte:  http://autoimmunedisease.suite101.com/article.cfm/neuromyelitis_optica%20#%20ixzz0VnZQgYOB






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